Dedicação, paixão e reflexão

Ei ai galera, tudo bem?

Há quem diga que a música é essencial pra se viver, que não saberia o que seria da vida sem ela, enquanto para algumas outras pessoas a música, parece ser algo como ocasional… As vezes até desnecessário.

Particularmente eu sou do primeiro tipo de pessoa -mesmo sem ter o menor talento musical. A música me acompanha todos os dias, ela varia de acordo com meu humor, me traz reflexão, acalma minha mente, me lembra pessoas, épocas, lugares, da mesma forma que ela pode me dar uma injeção de ânimo e me fazer automaticamente querer dançar e flutuar por aí. Continuar lendo

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Kill me, Heal me

Hey everyone 😉

Hoje eu venho trazer pra vocês um dorama que eu vi recentemente e me apaixonei. Foi uma amiga que indicou, me deixou curiosa de cara e não me decepcionei nem um pouco ao decidir o assistir. Pra quem não sabe doramas é como são chamadas os dramas, as novelas, orientais. Mas não se enganem elas são bem diferentes das nossas novelas e se assemelham mais ao que conhecemos como séries do que das novelas em si. Normalmente são compostas de 12 a 26 episódios de 50 min e são divididas nos mais variados temas, desde épico até o futurista, envolvendo drama, romance, ação ou mais uma gama de outros gêneros.

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Proteção, obediência e autopreservação

Olá galera, tudo bem?

Com a evolução do conhecimento e com a implementação quase que diária de novas tecnologias muito já se pensou sobre como seria o futuro. São famosas as adaptações dessas visões por meio de filmes, animações ou livros, seja de forma otimista seja de forma pessimista.

Um segmento dessas adaptações são aqueles que tratam sobre os robôs. Algo que hoje em dia está cada vez mais próximo de se tornar realidade mas que já está a anos no imaginário popular. Vimos robôs vilões, robôs aliados. Eles como maquinas, calculadoras gigantes ou como uma especie de nova raça, seres inteligentes, fortes e capazes.

E foi através de Lester del Rey e Eando Binder com seus respectivos contos “Helen O’Loy” e “I, Robot” retratando um outro lado dos robôs, com uma visão mais sensível, que Isaac Asimov -que diria eu, é um dos autores mais conhecidos do gênero- teve o incentivo necessário para começar a escrever seu primeiro conto “Robbie” publicado em setembro de 1940 pela Super-Science Stories e posteriormente republicado em 1950 pela Gnome Press em um livro com os outros contos do autor.

Livro esse, de nome Eu, Robô, que hoje trago pra vocês:

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Tec- tec tipuf tectectec

E aí? Alguém ainda por aqui?

Já faz um tempo, é eu sei… Mas como eu disse antes, escrever num blog é um verdadeiro desafio pra mim, estou tentando manter ele em meio a todas as minhas outras obrigações, então né… =s

Mas indo direto ao ponto. Hoje falarei sobre dadaísmo! Como eu falei anteriormente no post  “42”, eu li sobre dadaísmo no livro “Almanaque geek para dominação do mundo” e fiquei curiosa, na verdade eu nunca tinha prestado atenção pra esse termo antes. E resolvi falar sobre ele, por que vai que mais alguém por aqui também ficou curioso… rsrs

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